Desaparecidos na Amazônia: O segundo dia de buscas |
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A família do indigenista Bruno Pereira fez hoje um apelo às autoridades pedindo urgência e prioridade nas buscas após o desaparecimento dele e do jornalista inglês Dom Phillips no Vale do Javari, Amazonas. "Cada minuto conta", escreveram, em nota, familiares do servidor da Fundação Nacional do Índio (Funai). "Já são 48 horas de angústia à espera de notícias." A mulher do repórter também desabafou: "Eu queria fazer um apelo para o governo federal e para os órgãos competentes, para intensificarem as buscas, porque a gente ainda tem um pouquinho de esperança de encontrá-los. Mesmo que eu não encontre o amor da minha vida vivo, eles têm de ser encontrados, por favor". Pereira e Phillips, que é colaborador do jornal britânico "The Guardian" e mora há 15 anos no Brasil, sumiram na noite de domingo, dia em que deveriam ter voltado de uma expedição na região. A União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja) afirma que o indigenista recebia constantes ameaças de madeireiros, garimpeiros e pescadores. Hoje, o assessor jurídico da entidade disse que a Marinha, que é responsável pela operação de busca, e a Polícia Federal, que investiga o caso, ignoraram informações sobre suspeitos que, no passado, ameaçaram o indigenista. 🎧 OUÇA O ASSUNTO: Bruno Pereira enviou áudio antes de sumir 📢 Desaparecimento é destaque na imprensa internacional 💬 Bolsonaro diz que desaparecidos estavam numa 'aventura' |
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